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Artur da Távola

12/07/2010 .
Dados Biográficos:


Artur da Távola  um escritor de vocação renascentista
Atuou com brilho em áreas distintas como literatura, política, rádio e jornal - foi colunista de O DIA desde 1987.


Artur da Távola era o pseudônimo do carioca Paulo Alberto Moretzsohn Monteiro de Barros, nascido em 3 de janeiro de 1936. Formou-se em Direito em 1959, mas seu envolvimento com o movimento estudantil o levou, já no ano seguinte, a ser eleito deputado constituinte pelo estado da Guanabara.


Foi reeleito em 1962 e ingressou no PTB. Cassado pelo regime militar, exilou-se na Bolívia e Chile entre 1964 e 1968. Ao retornar, adotou o pseudônimo de Artur da Távola e começou a escrever sobre televisão no jornal ‘Última Hora’.


Ao longo da vida, publicou 23 livros e comandou programas de jornalismo e música clássica no rádio e na TV.
Faleceu aos 72 anos no Rio de Janeiro, nesta ocasião dirigia a rádio Roquette Pinto, que passou por reformulação sob seu comando. “Era um craque em tudo o que se metia: rádio, TV, música, jornalismo, política... Ele fez uma revolução na Roquette Pinto.


Frase Célebre do Autor: "Música é vida interior, e quem tem vida interior jamais padecerá de solidão.” 


1. DADOS PESSOAIS:
Nome: Paulo Alberto ARTUR DA TÁVOLA Moretzsohn Monteiro de Barros
Data de nascimento: 03 de janeiro de 1936
Naturalidade: Rio de Janeiro-RJ
Filiação: Paulo de Deus Moretzsohn Monteiro de Barros Magdalena Koff
Monteiro de Barros
Profissões: Advogado, Jornalista, Radialista, Escritor e Professor.


2. FORMAÇÃO:
Direito - Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro - 1954-1959.
Especialista em Educação, formado pela CLAFEE (Centro Latino-americano de Formación de Especialistas en Educación). Convênio Unesco - Universidade do Chile - Santiago - 1965.


3. ATIVIDADES DOCENTES:
Professor da Escola de Jornalismo da Fundação Gama Filho - 1960.
Professor Chefe de Cátedra de "Periodismo Audiovisual" na Escola de
Periodismo e Comunicação da Universidade do Chile - Santiago - 1966 a 1968.
Vice-Diretor da Escola de Periodismo da Universidade do Chile - Santiago - 1966 a 1968.
Professor da Escola Superior de Propaganda e Marketing do Rio de Janeiro - Cadeira: Produção de Rádio e Televisão - 1974 a 1975.


4. OUTRAS ATIVIDADES
Produtor e Apresentador de programas de música erudita e popular na TV Senado e em várias emissoras de rádio cultural.
Cronista regular, a partir de 1968, sucessivamente no jornal Última Hora,
jornal O Globo, revista Fatos e Fotos, jornal O DIA.


5. PRODUÇÃO LITERARIA
C R Ô N I C A S
Mevitevendo 1977, Alguém Que Já Não Fui 1978, Cada Um No Meu Lugar 1980,
Ser Jovem 1981; Amor A Sim Mesmo 1984, Arte de Ser 1994, Diário Doido Tempo
1996, Rio: Um olhar de amor 1997


C O N T O S
Leilão do Mim  1981,Do Amor, da Vida e da Morte  1983, Em Flagrante 2000,
E N S A I O Do Amor, Ensaio de Enigma  1983, C O M U N I C A Ç Ã O
A Liberdade do Ver (Televisão em Leitura Crítica)  1984, O Ator 1984,Comunicação é Mito 1985, Notícia, Hiper-Realismo e Ética - Opúsculo 1995 A Telenovela Brasileira
1996


P O E S I A
Calentura, 1986,


M Ú S I C A
Maurice Ravel, Um Feiticeiro Sem Deus - Livro  1988
Vozes do Rio - Opúsculo 1991,Orestes Barbosa - Opúsculo  1993
Centenário da Morte de Brahms - Opúsculo
1997
Cem Anos Sem Carlos Gomes - Opúsculo
1997
40 Anos de Bossa Nova
1998
Ataulfo Alves 90 anos - Opúsculo
1999
TITO MADI - "O Acento Árabe do Canto no Brasil" - Opúsculo
1999
Trinta Anos sem Jacob - Opúsculo
1999
Nara Leão, o Canto da Resistência - Opúsculo
1999


L I T E R A T U R A
Raul de Leôni - Opúsculo
 1996
Monteiro Lobato: O imaginário - Opúsculo
1997
A Cruz e Sousa em seu Centenário - Opúsculo
1998
Liberdade de Ser
1999
Rui Barbosa, A Vitória das Derrotas - Opúsculo
1999


P O L Í T I C A
Sem Organização Partidária não há Democracia - Opúsculo
1996
CPIs "Para não acabar em pizza" - Opúsculo
1999


A T U A L I D A D E S
Olimpíadas de 2004 - Opúsculo
 1996
Flamengo, 100 Anos de Paixão - Opúsculo
 1996
O Viço da Leitura - Opúsculo
 1997
Mulher - Opúsculo
 1998
O Drama da Sexualidade Precoce - Opúsculo
 1998
Recomendamos a leitura da  Crônica do Autor:
Você sabe ou você sente ?
ARTE E CAFÈ

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